O Brasil corrupto tem de acabar: assim não dá.


Muita coisa tem que mudar e o Brasil tem que começar a andar para frente. O Brasil da malandragem tem que mudar. A corrupção tem de acabar. O reflexo disso tudo é cultural e no Brasil roubar do estado é "normal" e comum. Herói aqui é quem faz o certo e isso é um pouco triste e com certeza muito lamentável. Imagem do brasileiro do dia a dia é de um povo aguerrido e honesto e temos que fazer jus a isso. Para começar que tal mostrarmos a verdadeira imagem do povo onde o jeito brasileiro se destaca pela criatividade para resolver problemas e vencer na vida de forma honrada, onde a criatividade é a imagem de um povo inteligente e solucionador.

Reportagens mostram como as coisas acontecem, mas isso é só um pouco de um mar de corrupção. No Brasil ninguém está nem aí com nada, roubam da saúde, da educação, das crianças carentes e não perdem a oportunidade de lucrar com a fé. Aqui funciona mais ou menos assim, muitos parecem pensar que realmente tem direito de ter uma parte da fatia, outros pensam menor e outros querem tudo. O Brasil tem que cuidar melhor do seu futuro. Hoje esta fácil demais para os corruptos, pois a fiscalização tem folgas e a lei não se faz cumprir. Se continuarmos assim a corrupção continuará a sugar o dinheiro do povo como um buraco negro que suga tudo que está a sua volta. Temos todos que dizer: Basta! Caso contrario estamos fadados a acreditar para sempre em truques de magica onde o dinheiro desaparece do nada, onde uma das maiores arrecadações do planeta não é capaz de prover a sua sociedade , que somos nós, o mínimo que são serviços públicos de qualidade.

O Brasil tem que mudar e a solução é a educação e a atuação dos agentes fiscalizadores com intuito de coibir praticas corruptas. A fiscalização e as punições têm de ser para já e devem começar tendo efeito legal sobre nossos políticos legisladores como exemplo de um estado soberano. A educação é a solução de longo prazo e não adianta ficar pensando em quando começar, porque a hora é agora. Somente com atitudes pontuais no cumprimento da lei e investimentos na educação conseguiremos manter um crescimento saudável no país e nos desenvolvermos como sociedade caso contrário continuaremos sempre a pagar o dobro, triplo ou mais para termos o mínimo.(Yuri Gonçalves Campos)


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A força do caráter e o câncer da corrupção.

Esses dois começam com a letra "c" mas são totalmente opostos. O ser humano vive com questões básicas que interferem em todos os tipos de organizações existentes, sejam elas publicas ou privadas. O homem carrega em si uma personalidade dotada de um caráter. Caráter moldado desde o inicio da vida que por mais forte e honrado que seja pode ser destorcido e corrompido. Parece que funciona como a ética, depende de quem vê. Com certeza a ética percebida por uma tribo indígena canibal não é a mesma de um homem que convive em sociedade com a ideia de coletividade. Mas será possível que homens que convivem em sociedade podem ter sua ética distorcida?

O ser humano vive em sociedade para se a "ajudar", esse com certeza é o maior beneficio da formação da sociedade. A ideia central é a de que "uma mão lava a outra" e fique claro que a colocação dessa metáfora é em seu sentido positivo e aqui estou me referindo que com a divisão das atividades podemos dispor de uma gama maior de serviços. Cada pessoa é responsável por uma função diferente e todas estão aí disponíveis para serem utilizadas por todos. Com essa organização tudo é mais "fácil" é até é inimaginável pensarmos no mundo atual em pessoas que vivam isoladas, imaginem então se fosse você o isolado. Nesse ambiente social o que se espera é que haja uma consciência social onde todos pensem sempre coletivamente apesar de sua individualidade.

O capitalismo com certeza é um fator para que os membros da sociedade tendam a pensar mais na sua individualidade, mas o objetivo central da convivência perfeita em sociedade é que jamais a coletividade seja perdida de vista. O capitalismo corrompe, mas existem pessoas de caráter ilibado que são sim fortes o suficiente para resistir a muitas tentações e que se mantém firmes naquilo que é justo. Diria que são os pilares da sociedade e o que procuram todas as empresas e necessárias a todo e qualquer estado, pessoas confiáveis. Apesar de não ser bem assim, pois há empresas corruptas que precisam de pessoas corruptas e esse é outro problema que enfrenta a sociedade.

Toda nação e organização precisa de pessoas de caráter bom para sobreviver, porque caso contrario a sociedade não tem sentido algum. Temos que acabar com o câncer da corrupção e instalar a lei da justiça. Não podemos deixar com que valores sejam distorcidos e devemos começar pelo processo de educação de todas nossas crianças. No Brasil o estado tem que assumir essa função mesmo e apesar de hoje não ser um exemplo ideal para nossas crianças. O fato é que não podemos deixar que o câncer se espalhe. Pessoalmente travo batalhas como todos. A educação é interessante porque molda o caráter humano, por menor que seja a contravenção procuro sempre dar o meu melhor para jamais cair em tentação. A educação é a base de tudo e o Brasil tem de trabalhar para educar seus "filhos". Para começar é interessante que o respeito pelo próximo comece pelo estado e seus representantes.

É necessário que no Brasil o brasileiro seja reconhecido pelo seu caráter justo e não pela malandragem de quem tira vantagem. O jeitinho brasileiro deve ser mais bem administrado de forma que a criatividade seja usada com o devido cuidado que exige; ser explorada para o bem.Temos que começar do pequeno, talvez do papel de bala que fatalmente iria para rua; o lugar dele é o lixo. A sociedade tem que ter cuidado porque o câncer da corrupção começa pequeno e se espalha rápido. E você topa o desafio de jogar o lixo no lixo? O desafio está lançado, não se corrompa com o que é pequeno só porque é pequeno, porque tudo tem um inicio. (Yuri Gonçalves Campos)

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Reunião do BRICS: fique por dentro.

O BRICS é um grupo formado por alguns países emergentes que foi constituído  na década de 90. Países esses que se destacam pelo crescimento rápido das suas economias e com enorme potencial. Hoje os países formados pelo BRIC representam 19% do PIB mundial. Incialmente formado por Brasil, Rússia, Índia e China contou com a entrada a pouco tempo da África do Sul. E vai ter reunião desse grupo. É sempre interessante prestarmos atenção no que "rola" nessas reuniões, pois podem definir muita coisa importante para nossa economia. Para se ter uma ideia da importância desse grupo na estima-se que os BRICS serão responsáveis pelos crescimento de 56% da economia mundial contra 9% do G7.
De acordo os membros um dos principais pontos de discussão esta na ideia de criar um banco de fomento pelos países emergentes que possa servir para financiar a infraestrutura e o desenvolvimento dos países dos mesmos. Esse banco seria uma alternativa em relação ao Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional. Essa pode ser uma boa alternativa para esses países e uma forma de garantir de certa forma maior independência e sustentabilidade.
Outra coisa que os países devem discutir muito são a respeito das relações comerciais. Normalmente as nações logicamente tem o interesse de exportar mais seus produtos e estabelecerem uma relação comercial saudável com outros países. Até mesmo pela “saúde” que esses países têm agora diante da fragilidade do comercio mundial a aliança entre eles é uma forma de fortificar ainda mais o grupo e incentivar o seu crescimento. O grupo tem a intenção de se consolidar como referencia no cenário econômico e politico tomando as ideias de forma conjunta com intuito de fortalecer a posição e representatividade dos países emergentes no cenário global.
Assuntos como o combate à pobreza e a ações de paz de algumas regiões também serão discutidos. Hoje o BRICS desenvolve um trabalho relevante no combate a pobreza mundial. O ritmo de sua atuação contra a pobreza vem se intensificando cada vez mais e de acordo com organização internacional Global Health Strategies initiatives a colaboração desses países cresceu de 10 vezes mais que os países do G7. Outro destaque vai para a cooperação nas melhorias voltadas a saúde das nações mais pobres realizando trabalhos conjuntos de desenvolvimento da área da saúde e através do fornecimento de medicamentos genéricos com preços mais acessíveis.
A verdade é que atualmente esses países tem uma influencia muito forte no mundo. Pelo potencial que têm eles são vistos com bons olhos no futuro, mas não há duvida alguma da sua representatividade no presente. Vamos ficar de olho nas suas ações.(Yuri Gonçalves Campos)
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A Indústria brasileira: etiqueta de fragilidade

A indústria brasileira é forte e a economia nacional sofre forte influência do desempenho das indústrias. Mas não dar para negar que a indústria brasileira tem um nascimento "tardio". O Brasil é tipicamente conhecido como um país exportador de commodities e importador de produtos industrializados. A balança sempre pesou assim e assim é desde os tempos do Brasil colônia. Primeiro vendemos a matéria prima e depois compramos produto acabado, essa é a regra.
No momento estamos vendo que em se tratando do setor automobilístico o México é o grande rei da América Latina. A relação de vendas entre Brasil e México esta demonstrando nossa fragilidade e até mesmo falta de competitividade. As empresas brasileiras estão muito frágeis e necessitam de programas de desenvolvimento. É necessário que as empresas brasileiras se tornem competitivas o suficiente para reinar no mercado interno e competir com as empresas internacionais de igual para igual, no Brasil e no Exterior, ao invés de ficar dependendo de proteções e barreiras do governo federal para conseguirem se defender da concorrência externa. É necessário que sejam gerados estímulos para o setor industrial. Esse cenário no setor automobilístico representa a fragilidade da indústria brasileira diante da concorrência externa.
Nessa relação o governo e as empresas têm de trabalhar juntos para que nossa economia alcance bons resultados. As empresas nacionais precisam buscar o seu desenvolvimento e qualificação e o governo precisa dar suporte com redução tributária, oferecer créditos mais acessíveis (para todas as indústrias seja pequena ou grande), melhorias na infraestrutura e mais ofertas de cursos profissionais porque afinal de contas educação é indispensável no desenvolvimento de qualquer país e necessário para a competitividade de qualquer organização. É Necessário que governo e empresa trabalhem juntos em busca do desenvolvimento e competitividade da indústria nacional para que não fiquemos para trás nessa corrida da globalização em que todos os países e empresas competem entre sim pela disputa do mercado em qualquer parte do planeta que decidirem atuar.
Diante da importância da indústria nacional para nossa economia fica clara a necessidade do estado e dos empresários se unirem em busca de melhores resultados para o setor. É necessário que pensemos a curto e longo prazo, por isso o governo e empresários devem trabalhar com intuito de cuidar e desenvolver o setor industrial para que logo mais estejamos fortes o suficiente para termos menos necessidade do protecionismo. O Brasil deve trabalhar para obter a condição de incomodar com nossos produtos todo e qualquer mercado, construindo um setor industrial competitivo em todo o planeta. (Yuri Gonçalves Campos)

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Administração a gestão dos recursos públicos: um fracasso nacional.

Qual a primeira coisa que vem na sua mente quando você pensa na qualidade da gestão publica no Brasil? Pois então, comente o seu pensamento para sabermos se pensamos igual através dos comentários. Vamos voltar ao assunto. Nós temos um problema crônico no Brasil, não vou dizer que sempre assim em todos os casos e lugares porque estaria sendo injusto com os bons gestores públicos, mas a administração publica no nosso país é corrupta e tendenciosa.
Para todas as áreas que olhamos vemos coisas erradas sendo concretizadas pelos responsáveis por administrar o que é de todo o povo. A corrupção é um estigma que mancha nossa historia e barra nosso desenvolvimento. A primeira regra de todas é que o todo não é do povo há uma cultura arraigada onde parece que todos querem na politica os louros individuais de tirar vantagens do estado maior. O que deveria ser seguido é que o estado deve administrar para o povo. Ah, mas o governo X faz boas coisas. Isso é reponsabilidade deles, esta errado é quando não o fazem. Porque tudo se intensifica próximo à eleição? Isso é interesse pelo bem maior?
O povo brasileiro precisa ter uma gestão mais participativa, a verdade é que não estamos acostumados a participar, já nos acostumamos com tudo isso e achamos “normal”, comum. Com essa cultura, apesar de nossa indignação, as atitudes intoleráveis passam a ser normais. Não é normal! E isso deve ser taxativo, simples assim. O Brasil precisa melhorar e tudo tem que começar pela integridade da gestão de nossos recursos. Temos sim que sermos agentes fiscalizadores porque tudo lá é permitido desde que o povo não saiba e até mesmo nos enrolam quando descobrimos.
Umas das coisas falhas é uma politica constituída não pela profissionalização, mas pelos conchaves políticos. A educação tem que ser a base do nosso país para que o povo tenha consciência do que acontece. A educação é a base de tudo, inclusive da construção dos valores daqueles que serão o futuro da nação. A educação é também responsável por garantir que futuramente as próximas gerações não sejam corrompidas de forma alguma. Gente isso é possível sim, há países como o Japão que tem um respeito imenso pelo próximo, capaz de repeita filas depois de um caos como o do Tsunami e em casos mais extremos temos a china que a corrupção abolida com atitudes duras o suficiente para que ninguém queira ser corrupto (não que tenhamos que ser assim, mas é compromisso da nação fazer prevalecer as leis que nos regem e punir de acordo com nossa legislação sim os corruptos). Precisamos de pessoas capazes e éticas para gerir o nosso estado. Precisamos formar um povo instruído politicamente para que não soframos as consequências dessa falta de atenção. Nossos representantes e todos nomeados e ocupantes de cargos públicos devem saber e agir de forma a garantir que os interesses do todo (povo) seja maior que os interesses individuais.
Parece aquela estória entre torturador e torturado. Depois de um tempo sendo torturado todos os dias pela mesma  pessoa o torturado conhece tão bem o torturador e seus métodos que simplesmente acostuma com aquela condição. Será que o povo brasileiro esta acostumado? E você está acostumado com isso? O que podemos fazer para mudar esse cenário? (Yuri Gonçalves Campos)


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Tributos no Brasil: muita arrecadação, pouco retorno.


No Brasil todo mundo já conhece a máxima do Leão. E funciona assim como nas estorinhas para criança: se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. O governo quer a sua parte e vai atrás dela.
O Brasil é conhecido por ser um dos países que mais arrecadam tributos no mundo, mas que bom seriamos se fossemos conhecidos como um dos países que melhor emprega esse dinheiro. Fica claro e evidente que a indignação do brasileiro maior não é tanto com o pagamento do imposto, mas sim com o retorno insatisfatório desses valores através dos serviços prestados pelo estado. O grande problema é que o brasileiro paga um alto custo e não vê seu custo beneficio. Os brasileiros muitas vezes pagam duas vezes. Muito dessa arrecadação é destinada teoricamente para o ensino, mas, no entanto muitos que querem dar uma boa educação para seus filhos pagam por escolas particulares. E principalmente no momento em que falta a saúde o aperto é grande de quem depende do sistema publico de saúde.
Países desenvolvidos como a Dinamarca arrecadam muito, mas mesmo assim sua população esta entre as mais felizes e satisfeitas. Por que isso? Porque o retorno é satisfatório. O grande problema é que não há um retorno satisfatório dessa arrecadação no Brasil. O que vemos é muito desvio de verba e uma utilização ineficaz do dinheiro publico que penaliza o cidadão brasileiro com serviços de má qualidade. Acontece muito aqui e se você esta acompanhando vai se identificar com alguma noticia que já viu, aqui onde o dinheiro passa parece ser obrigatório ficar uma parte. Assim os pilares da nação:  educação, saúde e segurança publica deixam a desejar e em muitos casos obrigam o cidadão a pagar em duplicidades por esses serviços, já que o que é ofertado não é o ideal.

As empresas enfrentam uma alta carga tributária que compromete e muito o seu planejamento financeiro. Essas altas taxas além de onerar a empresa financeiramente diminuem sua competitividade diante de concorrentes externos. As pequenas empresas sentem na pele o peso dos encargos e tributos e muitas não resistem. O governo cobra uma alta taxa dos empreendedores brasileiros às vezes onerando as empresas ao ponto de sua falência. A grande questão que novamente entra em pauta é a falta de um retorno satisfatório. A infraestrutura do país e o suporte às empresas deixam a desejar. Só para ilustrar: quando a safra é boa e o Brasil vê a promessa de muitos ganhos com a exportação os portos ficam abarrotados e as filas de caminhões se estendem colocando em risco Commodities.

 perecíveis e diminuindo a produtividade dos caminhoneiros. Não para por aí, antes de chegarem a essa situação os produtos tem de enfrentar o sistema rodoviário brasileiro que é muito deficitário com estradas em mal estado e perigosas. A infraestrutura para transporte no Brasil tem opções escassas de ferrovias e transporte fluvial resultando em um frete predominantemente rodoviário o que só encarece o produto final. Os créditos são muitos e vem aumentando, mas ainda há dificuldades grandes de acesso a esses créditos pelos pequenos empreendedores. Os pequenos empreendedores são responsáveis por moverem nossa economia e na maioria dos casos sãos os que mais necessitam desse credito. Com essas e outras dificuldades as empresas brasileiras perdem competitividade. E os tributos cobram do consumidor e das empresas onerando as duas partes varias vezes.
O Brasil é país que mais arrecada entre os países em desenvolvimento e arrecada como um país de primeiro mundo, mas infelizmente para todos nós o Brasil investe como um país de terceiro mundo. Aí esta o motivo da insatisfação do povo brasileiro.
Os recursos devem ser aproveitados ao máximo e em um Brasil ideal deveríamos ter no mínimo o básico. Uma gestão capaz de fazer com que os recursos tributados cheguem integralmente para os investimentos quais eles são destinados, o que claramente não faz parte de nossa realidade. Esta na hora de mudar. (Yuri Gonçalves Campos)


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Relatório Brasil: grandeza e fragilidade.

O Brasil é imponente, é terra adorada entre outras mil, e é terra onde tudo que se planta nasce. São muitas as descrições que podem ser usadas para definir o Brasil. O país é atualmente a 6ª maior economia do mundo e tem uma economia que consegue se manter firme mesmo durante períodos de crise mundial. O Brasil é conhecido como promessa e esta entre os países emergentes analisados e identificados com grande potencial de crescimento. Nossas riquezas encontradas no nosso vasto território são imensas e diversas. Tem de tudo um pouco em um emaranhado de culturas. Esse é o nosso Brasil se mostrando para o mundo.
Isso tudo é muito bom, mas a questão a ser discutida e de interesse da maioria da população brasileira é de como o Brasil se mostra para os brasileiros. Muito se fala que a renda esta aumentando e que os brasileiros estão comprando mais e tem muita gente subindo de classe e isso é muito bom. Mas o Brasil tem problemas sérios que precisam ser corrigidos para se tornar um país realidade e deixar de ser eternamente emergente e promessa.
O Brasil precisa de reformas sérias para ter um desenvolvimento mais solido e promover melhoras significativas na vida de todos os cidadãos. O brasileiro precisa ter qualidade de vida e isso a maioria não tem o ideal. Segundo o Dieese o salário mínimo necessário para o trabalhador suprir despesas básicas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, como determina a Constituição Federal, deveria ser de R$ 2.349,26. Diante disso temos que o salario mínimo atual é quase 4 vezes menor que o ideal. Ainda estamos muito distante de alcançar a qualidade de vida dos países desenvolvidos.
Grande parte da população recebe menos que isso e o grande problema é que o país apesar de toda tributação não oferece um retorno adequado dessa arrecadação. Há um custo muito alto para manter o governo e com isso a educação, segurança e saúde que são essenciais deixam a desejar. Quem pode, paga duas vezes pelos serviços. Uma vez através dos tributos para o governo e outra para o setor privado. É necessário que o governo mostre evolução na gestão interna com intuito de oferecer melhor qualidade de vida para o seu povo.
A base da educação, segurança e saúde devem ser privilegiadas e o governo deve fazer reformas pontuais como a tributaria, agraria e outras muito mais que nunca saem do poder legislativo. É necessário que o poder brasileiro faça as coisas acontecerem em passos mais largos, porque este lento e enquanto as condições não melhoram o povo é penalizado.
O Brasil tem tudo para melhorar a condição de vida do seu povo e nós devemos sim mostrar nosso desapontamento e insatisfação. Temos que fazer valer a voz do povo e o governo tem de ser mais ágil, eficiente e eficaz nesse processo de fazer as coisas acontecerem nesse país. (Yuri Gonçalves Campos)

ESPECIAL- Greve, “a guerra de dois mundos”: colaboradores versus patrões, um conflito eterno.

A convivência do ser humana em sociedade mudou todas as formas de convivência entre os seres humanos. Logo que as pessoas começaram a se organizar em grupo e a comunicação ficou mais fácil. Logo se criou a necessidade de diversificar as atividades de cada individuo com intuito de facilitar a vida e esse foi o inicio longínquo da especialização. Assim cada um passa a ser responsável por algo e inicialmente as mulheres cuidam das tarefas do lar e os homens cuidam da caça e das batalhas. Depois as estratificações foram aumentando e cada um ocupando sua posição entre guerreiros, caçadores, construtores, artesãos, até chegarmos em uma sociedade totalmente organizada e especializada onde cada um ocupa funções distintas e especificas.
Vamos observar nossa sociedade contemporânea Temos diversas empresas e profissões. Para tudo que você quer fazer tem alguém que você pode pagar para fazer para você. E logicamente você também recebe por algum serviço prestado. Dentro desse cenário também temos as empresas que são grupos que se formam legalmente com intuito de lucrar para prestar serviços a comunidade em troca de remuneração. Com as empresas crescendo, mais pessoas são necessárias para produzirem. Nem todos tem capital para criar, mas todos precisam pagar pelos diversos serviços existentes e assim são contratados colaboradores para produzirem pelas empresas e inicia assim relação entre pessoa física e pessoa jurídica. Com essa união temos o cenário adequado para a “guerra” de concepção de pensamentos onde os objetivos de cada um teoricamente são os mesmos, mas parecem ser totalmente diferentes por serem também contraditórios. E aí temos empregadores, empregados e um motivo passivel de ser gerador de conflito.
Como disse anteriormente as empresas são criadas com intuito de conquistar e garantir a lucratividade e da mesma forma é baseada a visão do colaborador que vende sua mão de obra para garantir lucratividade de suas operações. Mas nessa guerra por mais que as duas partes estejam em busca da mesma coisa temos uma “guerra” dicotômica de dois pensamentos que por mais próximos que sejam são totalmente opostos. Enquanto o colaborador quer ser melhor remunerado pelos serviços, as empresas querem remunera-lo com mínimo possível aceitável ou até mesmo inaceitável dependendo da situação. Temos então um ótimo cenário para a deflagração de uma ótima “guerra”.
As maiorias das greves surgem desse cenário. Uns querem mais, outros estão pensando no seu lucro através da redução de custos. Quando as duas partes não se acertam colaboradores podem usar da convicção e persuasão da greve para fazer valer seu ponto de vista e seus interesses. A greve é como uma balança de dois pesos e naturalmente só tende a ocorrer quando ela não esta equilibrada. Essa “guerra” acontece a muitas gerações e só se intensifica com a massificação da aglomeração de pessoas e interdependência de serviços. Quanto mais caos causar, maior é a pressão exercida. Quanto maior a necessidade do serviço e maior os custos fixos mais forte é a pressão. Esse é um cenário que tende a continuar por muito tempo e sempre que houver o capitalismo.
A linha que separa a paz da guerra sempre é muito tênue e facilmente pode ser rompida. As empresas devem tomar muito cuidado com isso e devem trabalhar de forma a conhecer os limites e as necessidades de seus colaboradores ao máximo. É necessária essa compreensão sobe o risco de prejuízos maiores. As empresas precisam sempre ter um plano “b” nas mangas e um planejamento proativo em relação a essas questões e quando não for possível será necessário ao menos que estejam acompanhando de perto esse processo com intuito de quando estourar a guerra sana-la o mais rápido possível.
 A greve é interessante, porque no mesmo momento que causa prejuízo financeiro e desgaste à imagem da empresa ela também cobra um aumento para os mesmos colaboradores que causam essas consequências. É com certeza uma relação de stress para ambas as partes. Em tese o direito de greve é uma "arma" para que os colaboradores possam exercer pressão e equilibrar as forças da balança.
O fato é que tanto empresas como colaboradores tendem a apresentar conflitos de pensamentos quanto à remuneração devido ao foco de cada um que por mais que sejam idênticos são totalmente opostos em relação ao objetivo individual de cada parte. Para que isso seja diferente é necessário que os colaboradores estejam satisfeitos e para isso ocorrer às empresas devem estar muito atentas a esses colaboradores para poderem se entender bem de forma que a linha tênue da satisfação entre as duas partes não ceda e se transforme em uma “guerra”, afinal de contas empresas e colaboradores são parceiros. (Por Yuri Gonçalves Campos)

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Briga de gigantes: Ambev supera a Vale em valor de mercado.

O que estamos vendo agora é sim uma briga apertada para ver quem vais ser a 2ª maior empresa de capital aberto em valor de mercado do Brasil e só está começando.
É fácil pensar em duas empresas  que são referencia para todos brasileiros, logo pensamos Petrobras e Vale. Pensou nas maiores empresas no Brasil logo pensamos sem hesitar: com certeza Petrobras e Vale! Mas parece que nós temos uma nova intrusa nesse meio. A Ambev  vem nos últimos dias assumindo a posição de segunda maior empresa do Brasil em valor de mercado. E apesar de todos reconhecermos o tamanho e a solidez da Ambev é sim um fato surpreendente para a maioria dos brasileiros.
Para muitos é uma situação inesperada, mas essa inversão vem se ensaiando a um tempo. Os valores de mercado da Vale se estabilizaram enquanto os valores da Ambev seguem em uma crescente. Pelos preços de fechamento das ações da AmBev (AMBV4) e Vale (VALE5) ontem, 14 de março, a cervejaria tornou-se a segunda maior empresa em valor de mercado do Brasil deixando a mineradora em terceiro lugar. Essa situação não acontecia a 10 anos e a poucos dias atrás, 9 e 12 de março, a Ambev esteve na frente da Vale em dois pregões e por dois dias consecutivos a frente da mineradora. Logo em seguida a Vale recuperou seu posto em 13 de março, mas ontem a “casa caiu” novamente e a Ambev voltou fechar o pregão na frente da Vale. O que estamos vendo agora é sim uma briga apertada para ver quem vais ser a 2ª maior empresa de capital aberto em valor de mercado do Brasil e só está começando. Agora é acompanhar e ver o resultado dessa briga de gigantes. (Por Yuri Gonçalves Campos)

Cenário:
 A AmBev fechou ontem com valor de mercado de quase R$234 bilhões, enquanto a Vale registrou R$220 bilhões. A Petrobras (PETR4) continua com no topo do pódio valendo em torno de R$320 bilhões. A situação é pouco comum para a Vale uma das maiores empresas do País que é uma das responsáveis pela boa imagem do pais e por boa parte do superávit de nossa nação. Uma análise superficial pode tentar explicar o motivo: enquanto as ações da AmBev rompem seu topo histórico de preços, os papéis da Vale estão presos em uma faixa de oscilação entre R$36 e R$45 há quase um ano, absorvendo as incertezas da economia mundial. (ADVFN).

Sem-teto deixa a rua para se tornar empresário de sucesso

Depois das dificuldades, Marcelo Ostia conseguiu dar a volta por cima. Sua empresa fatura aproximadamente R$ 100 mil todos os meses.

Veja uma historia de de empreendedorismo e mais que tudo uma historia de vida. Uma historia de superação diante das adveresidades em que momentos dificeis ficaram para tras por uma pessoa que sempre acreditou na vitória.

Ele tomou calote de fornecedor, durmiu a céu aberto e tomou banho na rua. Acreditou que conseguiria vencer e comprou a ideia se esforçando e criando uma empresa de venda de camisas online.

Ele saiu de uma situação de R$50 no bolso para passar um mês para um faturamento mensal de R$100.000 em sua empresa.

Veja a reportagem completa no seguinte link:

http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2012/03/em-itu-sp-sem-teto-deixa-rua-para-se-tornar-empresario-de-sucesso.html

 

Ecad não pode cobrar de blogs e sites que usam vídeo do Youtube (Googke)

Noticia importante para os blogueiros e sites independentes; Gigante das buscas diz que vê ação do órgão com 'surpresa e apreensão'. Ecad diz que tem embasamento legal para cobrar taxas de blogs. Leonardi afirmou que “como esses sites não estão executando nenhuma música, o ECAD não pode, dentro da lei, coletar qualquer pagamento sobre eles”.

O Google divulgou, nesta sexta-feira (9), uma nota dizendo que o acordo assinado entre a empresa e o Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) “não permite nem endossa o ECAD a cobrar de terceiros por vídeos inseridos do YouTube”
“Vemos com surpresa e apreensão o recente movimento do Ecad na cobrança direta a usuários da ferramenta de inserção ("embed") do Youtube”, disse Marcel Leonardi, diretor de políticas públicas e relações Governamentais do Google Brasil, em um post no blog da empresa (leia o post no blog do YouTube Brasil). A ferramenta “embed” permite que os vídeos sejam colocados nas páginas de blogs e outros sites –assim, eles não precisam ser vistos na página do próprio YouTube.
Leonardi lembrou que o Google e o Ecad têm um acordo assinado. Segundo ele, durante as negociações, “tomamos um enorme cuidado para assegurar que nossos usuários poderiam inserir vídeos em seus sites sem interferência ou intimidação por parte do Ecad”. O representante do Google diz que reconhece o papel do órgão no Brasil, mas o contrato não permite a coleta de pagamento dos usuários.
De acordo com o Google, o Ecad não pode fazer a cobrança dos blogs porque, na prática, esses sites não hospedam ou retransmitem qualquer conteúdo ao associam um vídeo do YouTube á sua página (por meio da ferramenta de “embed”). “Como esses sites não estão executando nenhuma música, o ECAD não pode, dentro da lei, coletar qualquer pagamento sobre eles”, afirmou Leonardi.
O executivo do Google também se diz preocupado com o conceito do Ecad sobre o que seria uma “execução pública na Internet”. “Tratar qualquer disponibilidade ou referência a conteúdos online como uma execução pública é uma interpretação equivocada da Lei Brasileira de Direitos Autorais”, disse.
Leonardi finaliza o post dizendo que o Google espera “que o Ecad pare com essa conduta e retire suas reclamações contra os usuários que inserem vídeos do YouTube em seus sites ou blogs”.
Os usuários que colocam seus vídeos no Youtube podem escolher se querem que o vídeo seja incorporado a outro site por meio do “embed”. (globo.com)

O ECAD esta tentando lucrar com uma ação que impede a disseminação de informação e compartilhamento de experiências. O Google se posicionou de maneira clara e deixa o ambiente mais tranquilo para aqueles que utilizam desse meio para a disseminação do que existe no mundo que deve ser a filosofia da internet.

Fontes: www.globo.com e www.youtubebrblog.blogspot.com